Um som de seis anos atrás.

As vezes eu me esqueço que eu gosto das coisas. Acontece sempre com as bandas que eu curto. Eu amo, amo tão intensamente que só consigo ouvir aquilo por dias, as vezes por meses. E escuto tanto que chego a enjoar e deixo pra lá. Os vizinhos quase piram com minha obsessão momentânea.
A verdade é que eu deixo tão pra lá que até esqueço que banda existe, até tocar o primeiro acorde de qualquer música que o amor desenfreado volta e parece que volta mais forte. E é uma nostalgia tão boa. Porque, de fato, poucas coisas nessa vida são capazes de me fazer viajar no tempo como a música faz. Posso enumerar apenas mais uma, fora a música: aromas. Mas a música é tão mais intensa nesse quesito que quando eu escuto eu quase consigo viver/sentir o cheiro/a cor/sabor do momento novamente de tão próxima que eu me sinto das lembranças a que ela me remete.

Death Cab for Cutie é minha máquina do tempo do momento. Ela me leva pra 2008, um ano que eu descobri o amor e toda a reciprocidade que esse sentimento acompanha (quando ele acontece na hora certa e no momento certo). Death Cab foi trilha dos momentos mais lindos vividos nesse ano e nos seguintes também, porque minha loucura por eles não foi tão momentânea assim não, mas foi muito intensa e deixou boa marcas. Não sei nem dizer que música eu gosto mais, tem as mais ouvidas, mas não elejo-as como as mais amadas, porque quando eu escuto as outras, meu coração fica em dúvida. Na dúvida eu digo que amo mesmo, amo muito, amo Death Cab e tudo que ele me faz sentir/lembrar. ♡

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