A Lagoa de Tatajuba é incrível!

Faz um mês que voltamos de Jeri e já tinha escrito um post aqui e aqui, sobre como foi o nosso primeiro dia lá. Sei que estou devendo a segunda parte do video, mas vai sair em breve, eu juro! Mas antes, vamos falar sobre o outro lado de Jeri, o mais incrível para nós: o lado Oeste.

No nosso segundo dia em Jeri, alugamos um quadriciclo para conhecer o tal lado Oeste. E bem aqui vou abrir um parêntese: se você tiver um dia só em Jeri e precisar optar, vá para esse lado e faça esse passeio. O lado Oeste é ‘menos famoso’ (pq todo mundo só fala da lagoa do paraíso), porém é muito mais bonito (opinião pessoal). E esse passeio de quadriciclo é foda!

São vários km de praia e dunas e paisagens de tirar o fôlego. A toda hora, só pensava o quanto Deus é incrível de ter criado um mundo tão lindo assim para a gente morar. Daí, no meio do passeio, quando você pensa que tá bom o suficiente, aparece uma lagoa (ou um rio, bom, não sei dizer/diferenciar) no meio do nada e uma balsa te leva até o outro lado e do outro lado tem o quê? O Mangue Seco!

Esse talvez tenha sido o lugar mais louco do passeio. A impressão que dá ao chegar lá é que você entrou em uma floresta morta e ao mesmo tempo cheio de vida. Você pode parar para tirar fotos em um dos muitos balanços de madeira ou se preferir sentar e tomar uma cerveja/água de côco, também rola. No caso, resolvemos fazer tudo e não passar vontade. O passeio termina na Lagoa de Tatajuba, que sério, é INCRÍVEL!

Diferente da Lagoa do Paraíso, Tatajuba é menos glamourosa e mais roots. De frente para lagoa tem uma duna enorme e a paisagem da lagoa com a duna ao fundo é demais! Ficamos por lá cerca de uma hora e na volta, fizemos o mesmo percurso e então, aproveitamos mais uma vez o cenário de tirar o fôlego que é o lado oeste!

E foi assim que terminou nossos dias por lá… Na verdade, não foi bem assim que terminou, logo depois desse passeio incrível, passei mal o resto dos dias e não conseguimos fazer muita coisa além disso tudo aí…

Teve só mais um lugar que não queria deixar de mencionar: o Café Jeri. É uma balada/lounge/drinks/não vi café por lá/não entendi porque o nome é Café, mas é basicamente um bar no rooftop de um hotel top de Jeri. De lá, é possível ver o pôr-do-sol escutando uns eletrônicos doido e tomando uns bons drinks. O lugar é super vibes e tal e vale a pena ir (p.s.: não paga nada para entrar, só o consumo).

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Faltou conhecer a duna do por-do-sol e assistir um entardecer de lá, faltou curtir a praia do Preá (que passamos rápidinho, mas não conseguimos aproveitar como queríamos), faltou tomar um gelato famoso de lá (no dia que íamos tomar, estava fechado e no dia que tava aberto, fiquei doente) e comer um crepe na Creperia Naturalmente que estava fechada para reforma. Enfim, algumas coisas não saíram exatamente como o planejado, mas voltamos de lá com o coração tranquilo, com uma sensação de paz imensa e com as baterias recarregadas. Voltei agradecida pelos dias de saúde plena nesse paraíso. Agradecida por ter conhecido esse quase tudo, que foi incrível demais!

 

 

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